Vem,
Te direi em segredo
Aonde leva esta dança.

Vê como as partículas do ar
E os grãos de areia do deserto
Giram desnorteados.

Cada átomo
Feliz ou miserável,
Gira apaixonado
Em torno do sol.

Jalal al-Din Husain Rumi - Poema Sufi

Faltam-te pés para viajar?

Viaja dentro de ti mesmo,

E reflete, como a mina de rubis,

Os raios de sol para fora de ti.

A viagem conduzirá a teu ser,

transmutará teu pó em ouro puro.

Morgenstern?! Ao final do Blog!


terça-feira, 13 de março de 2012

MA ANANDA MOYI - 10 de março de 2012 - Autres Dimensions


Eu sou MA ANANDA MOYI.
Permitam-me nomear-lhes Filhos e acolhê-los na Graça. Eu sou conduzida a exprimir, no seio da Graça, esta que é nomeada, no Casamento místico (completando o que lhes disse a minha irmã Teresa) (ndr: TERESA DE LISIEUX) a dúvida. A dúvida exprime e manifesta a retração e a redução da alma diante da Verdade.

Eu sou uma das partes do Manto da Graça. Eu carrego a Vibração da Estrela AL, que está em ressonância com a Porta, neste corpo, acima do mamilo direito, chamado, não sem razão, chacra (ou roda de energia) de enraizamento da alma. A alma que se exprime na vida comum sob um certo número de vocábulos, sob um certo número de ações e de manifestações, de amor, de desamor, de prazer, de desprazer, daquilo que dá sentido e direção à vida humana, sobre este mundo.

A alma, densidade intermediária, entre a densidade do corpo e a densidade do Espírito. A alma, no seu abrasamento, esse do qual eu já falei, há vários meses. Eu venho hoje completar a vocês, o próprio fato da ação do Manto da Graça sobre esta alma.

A alma é um veículo, mas esse veículo não é você. Assim como o espírito é um veículo que não é você. Assim como a descoberta da alma e do Espírito, resolvendo-se na Alegria da Unidade e da Luz, o Si, não é você. A alma, até este extrato do Si, está em total acordo com o que vocês vivem. Porque o Si criou (dentro da alma, dentro do Espírito e dentro de certas partes do corpo) um sentimento bem real, de completude, de Alegria, de Luz, de conexão com alguma coisa que, anteriormente não tinha conhecimento. A alma se revela. O Espírito se revela, dando a viver os ajustes. Ajustes diversos e profundamente diferentes segundo, justamente, cada alma e cada Espírito.

Há então, no sentido da alma e no sentido do Espírito, uma individualidade, bem real, que faz com que cada Filho, cada Irmão, cada Irmã vá logo preferir tal cor, tal alimento, tal pessoa a outra. Quando a Onda de Vida, quando o Manto Azul da Graça se desdobra e quando esse desdobramento é acompanhado da emergência, se se pode dizer, da Onda de Vida partindo de debaixo dos pés, então a alma começa a se retrair porque a alma, assim como o corpo, descobre-se então perecível e efêmero.

A manifestação das dúvidas, conforme lhes exprimiu minha Irmã TERESA, não resultam unicamente dos últimos apegos, mas efetivamente, dos últimos impulsos da alma para manter o efêmero, para manter algo de perecível. Pois a alma sabe que ela mesma é perecível. Do mesmo modo o Espírito é perecível. O Espírito dá e confere um estado que nós poderíamos chamar, em nossa cultura de origem, o estado de Buda.

Parar por aqui dá muitos elementos no nível espiritual, chamados, por justo título, os poderes. A Onda de Vida vem combater esta alma e este Espírito para lhes dizer que eles não são nada daquilo que eles creem ser. Que todo poder, tanto mais espiritual, é um obstáculo à Onda de Vida. Conforme já foi expressado, a Onda de Vida é uma entrega total do amor ao Amor, da verdade, considerada como fração da Verdade, à totalidade da Verdade.

Na Onda de Vida, não há mais polaridade, nem masculina nem feminina .Não há mais impulso da alma ou do Espírito. Há apenas a Onda de Vida. Tudo o que era intermediário e efêmero desaparece. Então, é claro, antes de vivê-la, a alma e o Espírito, que o vivem, como a alma e o Espírito de quem o assiste, são apreendidos da dúvida. Esta dúvida que será sempre uma negação do Verdadeiro. Porque o Verdadeiro não pode conhecer nenhuma dúvida. É ao mesmo tempo evidência, simplicidade, infância, para retomar as palavras de TERESA. A Onda de Vida é a absoluta certeza, a absoluta Verdade, porque ela não se inscreveu no efêmero, porque ela não se inscreveu no quadro de uma experiência, porque ela é, realmente, o próprio conteúdo do que todos nós somos.

A alma, naquele momento, retrai-se, porque efetivamente, ela tem medo de perder a carne que lhe permitiu, justamente, manifestar seus impulsos. Ela tem medo de perder-se a si própria. A Consciência, mesmo no Si, no Despertar, necessita apoiar-se sobre o que nós nomeamos, para vocês, os Pilares. Quer sejam do Coração ou da retidão, no nível da cabeça. Em um dado momento, a alma deve capitular. Assim como o Espírito. Esta capitulação é uma capitulação efêmera de um corpo mantendo uma alma, retornando a tomar eternamente uma vestimenta de carne, mas a transcendência da carne, a entrega da alma e do Espírito na Onda do Amor que é dito Verdadeiro.

Estejam conscientes de que tudo o que vocês realizam, aqui neste mundo (que isso seja o Eu, em uma busca da perfeição, porque não, que isso seja o Si na alegria manifestada e muito mais agradável, é preciso dizer, que dualidade), tudo isso é nada, porque tudo o que vocês vivem aqui, até agora, são apenas fases. Nada disto tem consistência. Tudo isso vai se dissolver e ser dissolvido porque é efêmero.

O próprio princípio da eternidade é, e permanecerá sempre, uma escala de valor e de tempo. Aquele que vive dentro de um tempo limitado, se contando em dezenas de anos, sempre irá considerar que milhões de anos é uma eternidade. Ora a eternidade não se conta em tempo ou experiência nem em estado. Vocês estão além de tudo isso. O Absoluto não conhece qualquer limite de tempo, porque o Absoluto não pode ser inscrito em nenhum tempo, como a alma e o Espírito não podem ser inseridos em qualquer tempo, se não é o tempo de uma ronda deste mundo, bem mais longo é um ciclo de manifestação da Consciência estando, sobre este mundo, de vinte milhões de anos.

A alma que começa a perceber (porque é ela que percebe e não o corpo) a Onda de Vida, irá se encontrar a ser confrontada a ela mesma ao que a minha irmã TERESA lhes explicou perfeitamente: as dúvidas.

A não-possibilidade de ir na Profundez. Tudo o que foi incluído na História da nossa humanidade, tudo isso se apaga diante da Graça. A expressão que foi escolhida "Manto Azul da Graça" não é um acaso. Isso corresponde à estrita Verdade do que se deposita sobre seus ombros (e não em outro lugar) e que vem fazer ressoar em vocês as camadas mais profundas da alma e carne, vindo despertar o Germe que, nunca pôde ser extinto no seio da Eternidade. Assim, a rosa pode nascer mesmo dentro do estrume. Apenas a alma crê que ela é necessária para preservar uma rosa dos efeitos do tempo.

A Onda da Vida vos convida, através de sua água vivificante, para completar o Fogo, o Fogo da Alma e do Espírito. A Onda de Vida é a Onda que se estabeleceu, de toda Eternidade, em todo limite, pois nenhum limite poderia existir sem a garantia do Ilimitado. A própria definição de um limite (fosse ele o seu corpo, fosse ele a sua alma, fosse ele o seu Espírito) sempre será definido pelo sentimento de uma diferença de ter um tal caminho, tal sexo, tal idade, tal função, tal papel, tal aspiração, tais experiências espirituais.

E a alma mentirá permanentemente, dizendo-lhes que há uma evolução, que há uma perfeição de obter. O Absoluto é perfeito, de toda a eternidade. De que o Absoluto teria necessidade, de uma qualquer imperfeição para descobrir-se a si mesmo?
A alma, então, irá levá-los através de sistemas de experiências, de conhecimentos que, incansavelmente, vos afasta de seu objetivo. Apenas a alma crê e lhes faz crer que vocês se aproximam de um fim para o qual ela seria entendida e integrada. Pois todo o efêmero não existe, em última instância, porque em um dado momento, ele crê a si mesmo absoluto.

Se não houvesse o fundamento próprio do Absoluto pela Onda de Vida, nenhum limite poderia ser visto, nenhuma alma poderia mesmo se diferenciar. Hoje, o Manto Azul da Graça os colocou nus, arrancando-lhes, erradicando-lhes toda dúvida, todo efêmero, toda ilusão. O que a alma considerava como o nada, o que o si chama de além o não si, não vos faz, em definitivo, senão descobrir o não-ser, não-si, isto é, a Onda de Vida, ausência total de projeção, a ausência total de alma, de Espírito, e de corpo.

Neste momento, balançando e dançando na Onda de Vida do êxtase infinito, que vocês estabelecem que o efêmero é realmente efêmero. Não há senão o Absoluto que lhes permite viver a Onda de Vida. A retração da alma será um obstáculo efêmero, do ponto de vista da personalidade, do ponto de vista da própria alma, do Espírito, mas que tende a fazer-lhes considerar que a Onda de Vida pode não ser para vocês, porque vocês têm um caminho a percorrer, uma identidade a preservar, um corpo para manter, um só Espírito para revelar.

O Absoluto é perfeito de toda a Eternidade. Não há nada a conquistar. Não há nada para subir. Não há nada para descer. Não há nada a querer ser, porque o Absoluto está além do ser, bem além dos jogos dos impulsos da alma e do Espírito. E, portanto, é esse indizível que está inscrito em todo microrganismo, em toda célula, sem a qual nenhuma vida pode ser, aqui ou em outro lugar, tendendo a fazer vocês considerarem essa Verdade como impossível de alcançar, impossível de concretizar, então já que assim o seja, de toda Eternidade.

Só o impermanente permite o permanente. Somente o infalível permite o falível. Só o Absoluto pode fazer tomar consciência do efêmero. Ora vocês são esse Absoluto. Vocês são esta Onda de Vida, este Sopro ardente que vos consuma e vos consome, de modo a vos render ao que vocês sempre foram.

Na vida encarnada, a Onda de Vida me transportou, por longos períodos, no Absoluto, a tal ponto (se assim se pode dizer) que o meu corpo podia manifestar à vontade, o peso de uma pluma como ao peso de uma rocha digno de uma montanha. Ao fim de tudo, o Absoluto se traduz no limitado como lhe aprouver. Nós não temos mais nenhum interesse no limitado, a não ser, é claro, o conjunto da humanidade, o conjunto da Criação, aqui como alhures, que não está no Absoluto, que acredita que serão removidos daqui, para serem separados daqui.

Nunca houve distância, nunca houve qualquer separação, em definitivo. O Carma não tem mais existência a não ser a ilusão deste corpo. Tudo (como já o disseram os Anciões, como eu já lhes disse e o repito), tudo é ilusão, projeção, Maya. Agora, não é porque eu lhes digo isso, que vocês o vivem. Mas se a Onda de Vida está aí, então vocês a vivem, além de toda experiência, além de Consciência, além de todo o sentido, além de toda alma, além de qualquer princípio.

A Onda de Vida põe fim ao próprio princípio. A onda de Vida vos instala, no nunca e no sempre. Se se pode dizer, em sua Eternidade. Eternidade que está bem além da alegria, bem além de toda noção conhecida ou apreendida sobre este mundo. Muitas vezes, aliás, a razão nomeia de místico o que é fantasmagórico e distanciado, com justa razão, a essas atrações a esse Eu. Mas o místico que vive o Si. Sabe e vibra a Verdade. Então ele pode, sem ter necessidade de persuasão, simplesmente por esta Absoluta Presença, permitir-lhes aproximarem-se (com terror, com euforia ou com alegria, seja o que for) deste indizível Absoluto, desta Eternidade que vocês são.

O Tempo atual desta Terra é o Tempo da Graça. Alegrai-vos, além da Alegria. Vão além das dúvidas, porque vocês não são nenhuma de suas dúvidas. Você não têm que convencer-se do que quer que seja. Vocês só têm que estabelecer que vocês não são nada do efêmero, que tudo o que é efêmero, por definição, desaparece um dia ou outro. Só resta a Onda de Vida.

Somente resta o Absoluto. Além de toda presença, além de toda densidade, de tempo como de espaço. Vocês são a Graça e é isso, mesmo se vocês não o reconhecem, que motiva incansavelmente a sua presença no seio do eu ou no seio do Si. Essa busca, que não é uma busca de algo, porque vocês não têm nada para encontrar que vocês já não sejam, a Onda de Vida pode confirma-lo.

Minhas palavras serão breves esta noite, porque a minha Presença, será principalmente para vivermos juntos, em Comunhão e além, no espaço tradicional, por assim dizer, de seu Alinhamento, para viver com vocês, em vocês, o Manto Azul da Graça e a Onda de Vida. Pois se vocês me aceitam, eu sou Vocês. Resta-nos, eu acho, o tempo para algumas perguntas.

Pergunta: É normal cair no sono após ler as Canalizações?

Minha Irmã, eu diria que é um prenúncio da onda de Vida.

Pergunta: Uma pessoa que morre hoje, sem ter a consciência do que se vive, encontra essa consciência?
Minha Irmã, não há nada para encontrar. As camadas de ilusão, ao nascer, neste mundo (exceto o peso da carne), ainda não estão formadas. Como poderia ser algo a encontrar que já não seja? A diferença entre quem nasce hoje e que é aquele que nasceu há algumas décadas, é o apego à sua própria vida, à sua própria história, à sua própria alma, às suas próprias realizações, ao seu próprio caminho. Em suma, a todo um conjunto de ilusões que se tornaram, para ele, mais real do que a Onda de Vida.

O que vocês construiram (a descida da Luz, a ativação dos Coroas, as Estrelas, as Portas, a implantação da Luz) não teve, em definitivo e de algum modo, senão uma função: sair da Ilusão.
Vocês não são a Luz que vocês capturaram.
Vocês não são a Luz que Vibra no seio do que nós chamamos, com vocês, as Coroas Radiantes.
Vocês são o Fogo do Coração, vocês são o Amor mas vocês estão além desta manifestação.
Vocês são o não criado. Vocês são o infinito, o indefinido, a indefectível Eternidade.

Pergunta: Qual é o papel da Onda da Vida nas Radiâncias das quintas-feiras à noite (Nota: ver "acompanhamentos ou protocolos / Ajustamento à luz Vibral / Acolhimento ao Manto Azul da Graça")?
A Onda de Vida aparece desde o instante, identificável, em que vocês aceitam, de alguma forma, nada mais ser, nem mesmo esta Presença, nem mesmo este si mesmo, nem mesmo este ser Desperto. O Manto Azul da Graça é a sua natureza, quando vocês o aceitam ou o vivem. Nesse momento, emerge para vocês o que sempre esteve aí: a Onda de Vida.

Esta Onda de Vida, da qual o ego não pode nem compreender, nem estabelecer ou viver os mecanismos. Isto é, de alguma forma, a Dissolução final do ego que faz de vocês, na minha terminologia, um Jani, isto é, um Conhecedor ou então um Mukti, isto é, um Liberado .

Aquele que se torna o que ele sempre foi, Jani ou Mukti, capta a vaidade de ilusão e vaidade do que ele ainda acreditava, mesmo antes deste instante. O ego pode vivenciar a Luz e se desemboca mais adiante no Si, que é a Transcendência do ego. Mas o Si nunca poderá viver o Absoluto, uma vez que é o não Si. Nestes tempos, o restabelecimento da conexão, através da experiência do Si e seus vários Samadis, o restabelecimento da Onda de Vida, é suficiente (daqui em diante não há nenhuma outra) para fazê-los sair de todo o Eu, de toda projeção, de toda Ilusão.

A Ilusão de ser um corpo, uma história, de estar sobre um planeta, de estar fechado, de estar em prisão, de ser uma função, um papel, uma atribuição. Vocês não são estritamente nada de tudo isso. O Manto Azul da Graça realiza isso. As etapas, que se podem nomear precedentes, não foram, de nenhuma forma, sem nenhum jogo de palavras, uma diversão.

Esta diversão teve por vocação prepará-los para as suas Núpcias de Luz. Vivendo as Núpcias de Luz, vocês se tornaram um Jani ou Mukti, ou seja, aquele que não é mais afetado por este mundo, que realmente e não simplesmente imaginou, que ele é o Absoluto. Para isso, é preciso aceitar não ser mais nada aqui, dentro dos fatos, dentro da prática, dentro do ego, dentro da alma e dentro do Espírito. Claro, estas palavras, para aquele que não vive a Onda da Vida vão sussurrar-lhe em sua orelha: "loucura incrível, inatingível. Contente-se com o Si. Contente-se com as suas experiências. Contente-se com as suas caminhadas, com as sua escaladas com grande dificuldade. E assim, um dia, a Onda de Vida viria dizer-lhe que não há montanha para escalar, que não há degrau, que não há nenhum mundo, que não há nenhuma personalidade, nenhuma individualidade? Como isso é possível? ".

Então, eu voltarei àquele que sussurra assim, estas palavras: "O Absoluto é a tua própria essência. O Absoluto é a tua Última Verdade, a prova está naquilo que se dá a viver, este Êxtase permanente, este estado além de Alegria, além do Si, onde mais nada, mais nada de tudo pode estar separado do Absoluto ".

Nós somos, se podemos usar esse termo, mais ocidental, no auge da beatitude que é, de fato, pura Apreciação. Naquela ocasião, o Jani, o Mukti, podem rir-se do que alguns, de fato, não se privaram de chamar uma vasta farsa. Sem objeto, sem objetivo, vocês estão prontos?

Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

Eu me remeto, então, a todos vocês aqui. Absoluta Presença. Absoluto Inefável. Como a vibração da Estrela AL, proponho a vocês, neste momento chamado Alinhamento, a viver juntos. Coloque todos os seus fardos, todas as suas crenças, todos os seus sonhos, todos os seus pesadelos. Depositem tudo aos pés da Graça. Juntos.

... Comunhão / Efusão Vibratória ...

Bem amados Irmãos e Irmãs, amados Filhos da Luz, que a Graça seja a sua morada de Eternidade, que a Paz do Amor Seja.
Eu sou MA ANANDA MOYI, trazida pela Onda de Vida.
Eu saúdo, em vocês, a Beleza. Saúdo, em vocês, a Eternidade. Eu saúdo, em vocês, a Graça.
Até breve.


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Mensagem da Amada MA ANANDA MOYI no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1377
10 de março de 2012
Publicado em 12 de março de 2012
Tradução para o português: Josiane Oliveira

Fonte: www.minhamestria.blogspot.com


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